Na Idade Média, Belver era uma terra de Hospitalários, também chamados de Ordem de Malta fundada em Jerusalém, que foi evoluindo à sombra do seu castelo do Séc XII do reinado de Dom Sancho I, onde está edificada a Capela de São Brás, uma construção do século XVI que ostenta um retábulo/relicário, composto por pequenas esculturas com um buraco no peito e a maioria sem mãos, para guardarem o conjunto de relíquias que se diz terem sido trazidas da Terra Santa pelos Cavaleiros Hospitalários.
Do culto das Santas Relíquias, fenómeno de religiosidade popular enraizado na população de Belver, nasceram os festejos, e num tributo às festas medievais da vila histórica, surgiram os vinhos Santa Relíquia, marca que simboliza o passado e o presente, visando o futuro, como verdadeira preciosidade que é, em Portugal e noutras geografias.
João Marcos
Fundador / CEO
O valor cultural do vinho
O vinho não é apenas uma bebida, é um símbolo de cultura, de costumes profundamente enraizados em celebrações, rituais e práticas sociais; o vinho permite saborear o tempo, a vivência, a partilha em viagens de tradições, aromas, numa celebração de sabores que aguardam pacientemente para ser descobertos e apreciados, reforçando laços comunitários e familiares.
O vinho é muito mais do que uma bebida; é um reflexo da terra, do clima e da alma de quem o produz, uma expressão líquida da cultura e da história.